NO VÁCUO



NO VÁCUO  


Rio seco. Rio seco de dores, farto de  sonolência...
Duma aborrecida sonolência que penetra tarde afora.
Tudo indo embora no aborrecer das horas.
Até o último estender de dedos, o acenar...
O leve olhar que se arrastava.

sonia delsin

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